O Capivarismo

Novo ao conceito de capivarismo? Em necessidade de reforçar sua memória para reavivar sua fé? Tempo livre sobrando? Todas as respostas e algumas perguntas para a religião mais inovadora, sábia e repleta do maior roedor herbívoro do mundo se encontram em: http://www.kiquepedia.com.br/index.php?title=Capivarismo
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sábado, 17 de setembro de 2011

O dia em que eu fiz o ENEM

E assim, começa mais um capítulo da série de "reminescências de quase morte", que pode ser revista aqui e aqui.

Talvez, antes de começar e tudo o mais, eu deva dar bons motivos pelos quais fiquei tão distante, por tanto tempo, desse blog, quando sei que todos meus assíduos leitores mal podiam esperar para ler as quase infinitas coisas divertidas que fazem de minha vida uma aventura invejável. Mas estou com preguiça, então fica pra depois.

De qualquer forma, nada melhor para matar uma pausa de alguns meses do que reminescências de quase morte, não?
As peripécias que contam de vezes onde você quase morre se tornam histórias extremamente engraçadas para serem contadas depois para seus colegas, filhos ou pessoas aleatórias com as quais você entra em contato em redes sociais. E o fato de você poder contá-las é uma grande vantagem sobre as histórias onde você efetivamente morre.

sábado, 4 de dezembro de 2010

O dia em que eu quase fui atropelado em uma beira de estrada às 11 da noite...

... como havia sido prometido que contaria.

Continuação da série: reminescências de quase morte

Tudo bem, antes de mais nada, inclusive criar falsas expectativas, não haverá nenhum momento da história em que eu serei efetivamente quase atropelado, escapando da morte por um triz. Por conta disso, irei aumentar dramatização um pouquinho em um determinado ponto, esperando que essa forçada de clímax gere uma melhor receptividade do "causo".

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O dia em que o Gabriel quase me matou 1 parte 2

E isso não era bom...
Não era questão de não ser bom como errar a dose da pimenta no pastel não é bom, ou como levar um chute no saco não é bom... Era algo mortalmente não bom.



Se o cavalo estivesse pegando fogo, com ferraduras de cravos envenenados e carregando um balde de ácido nas costas, haveria uma figura próxima de representar o "não bom" a que me refiro.

domingo, 12 de setembro de 2010

O dia em que o Gabriel quase me matou 1

Atenção... é possível que o post abaixo assuma proporções faraônicas a medida em que eu for encontrando coisas pertinentes para adicionar:

Um dos motivos pelo qual todas as pessoas do mundo não se matam é o fato de nossa vida ser algo interessante. Não quero dizer que ela é interessante do ponto de vista biológico, filosófico ou religioso da coisa, simplesmente quero dizer que séries de eventos felizes ou infelizes acabam resultando em dias e momentos realmente interessantes, que te fazem pensar "poxa, a vida realmente vale a pena" logo depois de uma corrente de comprimento quase infinito de cagadas que ironicamente tentam acabar com você.

Recentemente eu vivenciei um dia muito interessante.
Foi o dia em que o Gabriel quase me matou.
A bem da verdade, o Gabriel quase me mata quase todos os dias, pois quase todos os dias eu o encontro e ele tem a possibilidade de me atacar de forma homicida. Mas eu considero "dias em que o Gabriel quase me mata" aqueles em que o evento sai do campo do "possível" e vai para o campo do "provável". Ainda assim, como esses dias são bastante comuns, chamarei de "o dia em que o Gabriel quase me matou 1".