Essa aqui vai ser bastante desenterrada...
Não sei quantos aqui assistem animes ou lêem mangás... Bom, na verdade isso que eu vou falar agora não tem absolutamente nada a ver com animes ou mangás, vou utilizá-los apenas para fazer uma analogia.
E mesmo essa analogia, verdade seja dita, não faz nenhuma exigência à presença de animes ou mangás. A verdade é que essa foi a fonte que me veio primeiro na cabeça pra fazer a analogia.
Fazendo uma rápida busca no glorioso Google, inclusive, percebo que tem outra fonte boa para essa analogia.
Divago...
De qualquer forma, é comum (ao menos em animes, mangás e livros de Bishop Huskins) existirem mistérios, normalmente sete (tal qual os sete pecados capitais, os sete anões, ou os sete anéis dos anões de Tolkien) nas escolas, monastérios ou feiras de arte.

Vou desconsiderar a necessidade de uma legenda, pois acredito na capacidade de vocês ok?
Bom... Certamente, um dos maiores mistérios do meu primeiro ano da POLI foi a lendária loja de alcachofrinhas. Apenas para fins de comparação, lembrem que foi no primeiro ano da POLI que muitas outras coisas aconteceram, como as aulas do Antunha, a apresentação de PNV e a visita à Torre do Relógio, a queda do teto do biênio (ou isso terá sido no segundo ano?) mas ainda assim a lendária loja de alcachofrinhas merece um lugar de destaque na minha memória.
E o que é essa lendária loja de alcachofrinhas, perguntam muitos(?) de vocês?
E eu respondo.
Não sei.
Essa resposta é sincera.
Localizada em uma rua comum, entre lojas sem-graça, em frente a uma praça totalmente convencional, lá estava a lendária loja de alcachofrinhas, olhando-me como se me desafiasse a descer do ônibus (177H ou 177P, antes Horto Florestal e Pedra Branca, respectivamente), andar até o atendente e perguntar, batendo no balcão, "que porra é uma alcachofrinha?".
O horário de funcionamento da loja era um outro mistério. Podia encontrar a loja aberta em uma segunda-feira de tarde e, na semana seguinte e mesmo horário, encontrá-la fechada. Era como se a loja tivesse o único propósito de me intrigar.
O layout do recinto era outro mistério. Um balcão pequeno com algo semelhante a uma grelha e um pequeno bonsai sobre ele. Ao fundo, um cartaz com frases ininteligíveis e uma porta, dentro da qual só posso imaginar que houvesse o João Cléber dentro de um baú gigante (por favor, sem perguntas, isso envolveu uma volta de ônibus para a casa com amigos em um momento particularmente alucinogenado).
Não voltei a ver a lendária loja de alcachofrinhas. Hoje, só posso me arrepender de jamais ter tido a coragem épica necessária para perguntar qual era o propósito de existência (se é que esse existia) do recinto comercial.
O primeiro ano da POLI foi sensacional...
(devo muito do que foi escrito aqui aos meus colegas de ônibus MMs, Buda, André, Nostra, Du, Bobs e, principalmente, Trivela, com sua mentalidade perturbadora, assassina e deturpada, capaz de colocar Joões Cléberes em baús, quando não estávamos jogando cartas no bancos de trás)
O teto do biênio foi no segundo ano, eu acho. Foi em um dia que parecia normal, até você chegar no biênio e se perguntar q bixo tinha tido a brilhante ideia de instalar uma cachoeira na escada
ResponderExcluirMANO! Essa merda de loja ainda existe! Só que eles tiraram a placa.
ResponderExcluirEntão, o termo não era "alcachofrinha", até ai é algo inteligível. Mesmo que ter uma loja cheia de grelhas de churrasco vendendo alcachofras pequenas não seja uma coisa lá muito aceitável.
A palavra que tava escrita lá deve ter sido deleteada da minha memória, porque eu não consigo lembrar de jeito nenhum, mas eu sei que não era "alcachofrinha".
Enfim, o mundo é um lugar estranho. Já vi um cara cagando de cócoras a céu aberto na marginal, isso já estranhisse o suficiente pra 3 gerações da minha família.
Não Henrique... Estou positivo de que era alcachofrinhas.
ResponderExcluirO que eu não consigo me lembrar de jeito nenhum são as outras coisas cabalísticas e obscuras que estavam naquele pôster. Tudo o que eu me lembro é que não fazia sentido caso lido da forma normal (nem de trás pra frente ou pulando uma letra, mas acho que isso era esperado) e que era algo que custava pouco mais de 10 reais.
A loja existirá para sempre em minha memória, ainda mais estranha do que o mendigo que brigava consigo mesmo às 4 horas da manhã no meio da Brasil (quando eu voltava a pé do show do Nightwish) ou do que o brother que tentava invocar o demônio do copo de cerveja no meio do show do Therion.
Não era alcachofrinha...
ResponderExcluirDepois de um argumento com tamanho embasamento e provas científicas irrefutáveis, ditos com tamanha propriedade e envolvendo citações de especialistas no assunto, vou ter que admitir que não eram alcachofrinhas...
ResponderExcluir(tem certeza cara? Tem que ser alcachofrinha...)
hahaha... eu to tentando lembrar oq era mas não consigo de jeito nenhum, to ficando puto.
ResponderExcluirAposto q vou lembrar do nada daqui ha uns 10 anos, quando isso já não fizer a menor diferença, não que hj faça muita diferença também..